Maria Thereza do Amaral

Posts Tagged ‘vida’

Vôos.

In Fotos on 14 de abril de 2012 at 1:22

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As tentativas de vôo das quais não abro mão…

… pois se eu parasse, eu saberia exatamente do que eu estaria abrindo mão…

… e minha vida só tem sentido no voar, seja real ou metafórico…

… então… eu vou… eu vôo…

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Vida.

In E..., Fotos on 27 de agosto de 2011 at 22:07

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life
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E é aqui, no mar, que vida se junta a vida e forma o mundo.

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Movimentos.

In E..., Fotos on 27 de agosto de 2011 at 22:06

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ballet

ballet

future ballerina's ?
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Belos movimentos, a perfeição interagindo com a espontaneidade da vida.

E a vida, correndo ao lado e junto, com a beleza dos movimentos.

E a vida, junto com si mesma, sendo movimento.

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Movimento.

In E..., Fotos on 27 de agosto de 2011 at 22:04

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Ballet Bellevue_0517_00285

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Movimento.

Ritmo.

Movimentos ritmados, combinados, moldados a perfeição que, se distanciando da espontaneidade da vida, a comprovam.

E como são belos…

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Não – vida

In E..., Fotos on 14 de agosto de 2011 at 3:34
The white desert – Uyuni – Bolivia, upload feito originalmente por gardawind.
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As vezes tudo que sinto é estéril, seco, estranho,
Vibra de maneira tão dolorida,
tão infinitamente inatingível…
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Mar

In E..., Fotos on 14 de agosto de 2011 at 3:34
Carpe Diem …, upload feito originalmente por pantherinia_hd Anna A..
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Mas vou seguindo,
Com as nuvens,
Sobre as nuvens,
Através das nuvens…
E não quero voltar.
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Vida e mar

In E..., Fotos on 14 de agosto de 2011 at 3:33
Seagulls mobbing behavior, upload feito originalmente por B℮n.
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Mas vejo vida,
Vejo mar,
Vejo luzes,
E volto.
Mas em outro patamar,
em outra volta da infinita espiral…
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O dia está acabando…

In E... on 10 de junho de 2011 at 4:20

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O dia está acabando e é mais um dia, mais um mês, mais uma vida, mais dias-meses-anos sem você.

Minha vida cinza sente sua falta.

E essa melancolia cinza que embala meus dias, essa falta absoluta de perspectivas, esse vácuo irreal que me consome, estas sensações que me dão uma sensação tão nítida que este mundo não é o meu.

As somatórias de cinza que se avolumam.

Mas aí eu paro e percebo que as vezes um dia cinza e frio está mais iluminado por um coração ensolarado do que um coração cinza por um dia ensolarado e quente e percebo que estou mudando meu coração.

Não você, eu.

E com isso estou perdida numa dimensão que me é desconhecida… corpo, mente e coração dançando um ballet em que desconheço a coriografia e a cenografia.

Então, entre o frio de meu corpo, o turbilhão da minha mente e a paz calorosa de meu coração, declaro-me oficialmente viva.

Finalmente.

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Sonhos

In E... on 6 de maio de 2011 at 3:50

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Sonhos são algodões doces sem açúcar.
Chocolates que derretem na boca.
Luzes coloridas brincando no céu.
Água do mar morna batendo em meus pés.

Sonhos são feitos de suor.
Sonhos são feitos de nuvens.
Sonhos são feitos de esperanças
Sonhos são feitos de olhares.
Sonhos são naturais e cultivados.

Bons sonhos nos perseguem, pensamos neles, sonhamos com eles, vivemos com eles.
Bons sonhos nos seduzem, nos fazem ser melhores, nos chamam.

Meus sonhos.
Minha vida.
Meus movimentos.

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Por que as vezes as coisas…

In E... on 17 de março de 2011 at 2:09

 

Por que as vezes as coisas estão misturadas de tal maneira que causam vertigem…

Mas passado um tempo, elas começam a se auto-organizar, e adquirem formas, cores, sons, gestos, cheiros, prazeres e nos levam a lugares que nunca iríamos se não nos arriscássemos…

Vida, arte, amores… o infinito…

 

Luzes.

In E... on 13 de março de 2011 at 2:55
 

Candles…, upload feito originalmente por Klearchos Kapoutsis.

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São várias.

Luzes. Luzes longas e outras curtas. Luzes de vários ângulos.

Iluminando minhas vidas que vão se esvaindo como gatos.

Olho as luzes das velas acabando aos poucos, sumindo, apagando, e eu fico parada.

Imóvel, vejo minhas vidas passaram, nada faço. Nada fiz.

Não vejo nada, não ouço nada, não sinto nada.

Mais uma vez, não serviu para nada.

Sofrimentos, desilusões, construções equivocadas, esperanças colocadas em locais e pessoas erradas.

Eu errei? Outros erraram? Houve erro? Houveram erros?

Ou o ‘script’ era este e eu entrei em ‘set’ errado?

Ou eu comprei passagem errada para um ‘set’ errado, com um ‘script’ errado ?

Ou pior … não era possível comprar…?

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Uma luz

In E... on 13 de março de 2011 at 2:54
Vela!, upload feito originalmente por -Annette-.

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Uma luz.

Um pavio.

Uma vela?

O que eu vejo além ?

Ordem? Caos? Espaços? Casas? Planícies? Montanhas? Mundos? Planetas?

Uma luz.

E eu ando até onde eu consigo enxergar.

Mas eu enxergo pouco, eu ando pouco… mas… eu sinto que há mais, muito mais.

E começo a correr antes que a vela acabe e eu não enxergue mais nada.

Mas não adianta nada, o inexorável fim da luz me atinge e eu mal consigo olhar/andar/sentir/respirar. Mas…

Eu começo a ver no escuro. Eu começo a sentir o escuro. Eu começo a entender o escuro.

E tudo se ilumina novamente.
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O profundo azul do mar

In E... on 2 de fevereiro de 2011 at 2:32

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E foi, mergulhando cada vez mais fundo, que vi os contornos indo embora.

Mergulhando fundo, num azul cada vez mais denso e escuro, fui me dissolvendo em gotas, fui me dissolvendo em moléculas, fui me juntando a todas as outras.

Mas estranhamente, ainda era eu, dissolvida(o) no éter líquido, que estava lá. Nadando, fluída(o), fazendo circunvoluções em torno de mim.

Eu podia olhar o todo e me olhar. Eu podia enxergar, da profundidade, a singularidade de cada um. Eu podia enxergar, da profundidade, como todos se fundiam, apesar de cada um ser o que era.

Mas eu sentia falta dos contornos. Eu sentia falta dos referenciais, eu sentia falta das paisagens conhecidas. Eu não sabia o que fazer, para onde ir, o que sentir.

Parâmetros, contextos, marcos, “landscapes”, “design”… sem montanhas ao longe, sem praias por perto, sem linhas d’água, sem bóias de sinalização…

Vida de verdade, não caixotes, boxes ou marcações forçadas.

Vida.

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Me vi…

In E... on 2 de fevereiro de 2011 at 2:27

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“Me vi, reflexos e personas se juntando em uma só, no que sou agora. Não mais personas, reflexos espelhados ou o que quer que eu fosse. Agora eu sou eu.”

Mas minhas personas… o que serão? Para onde vão? Parte do que serão? Ou foram?

Os espelhos… refletiam o que?

Os reflexos.. de onde vieram? Para onde foram?

Eram reflexos, de reflexos, de reflexos… que se juntavam e me ajudavam a viver, a ser, a sentir…

Personas, vidas, várias vidas… como deixa-las ir? São parte de mim. O que fui, o que construí, o que aprendi e coloquei em prática.

Somos, em nós mesmos, grandes comunidades de prática, comunidades de personas tricotando sabedorias.

Eu quero aprender a agradecê-los por tudo que fazem e fizeram e seguir, flutuar, voar e mergulhar no grande e profundo mar azul.

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Luzes e sombras dançam um balé estranhamente conhecido

In E... on 27 de dezembro de 2010 at 4:21

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“Luzes e sombras dançam um balé estranhamente conhecido. Sombras precisam se ver, luzes precisam de introspecção. Juntas, formam a realidade.”

Luzes.

Sombras.

Um balé estranho, conhecido, ininterrupto. Até agora.

Mas sombras precisam se ver…

Luzes precisam de introspecção…

E juntas dançam, tecendo uma sobra iluminada, luzes sombreadas, que tecem a realidade.

Juntas se encontram, juntas se justificam, juntas se realizam.

Dentro do absoluto só há o absoluto, dentro do relativo há vida.

E há fluxo, há correnteza, há movimento, o tecer da realidade não para, não se estagna.

Estagnação só há no não-movimento real das sombras. Movimentos que não saem do lugar e se perdem.

Mas…

Luzes.

Sombras.

E uma imensa, harmônica, drum-it, pulsação de luz. Pulsares.

Bem vindos.

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Vida…

In E..., Fotos on 11 de novembro de 2010 at 1:56
Moonlight On The Sea, upload feito originalmente por alextmf1.

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As coisas…

O brilho…

Da vida…
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E são coisas da vida…

In E... on 11 de novembro de 2010 at 1:54

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Ah… ouvindo Rita Lee, “são coisas da vida e a gente não sabe se vai ou se fica…”

Sim, são coisas da vida. E sim, eu sei que vou, mas para onde?

A vida anda sozinha, queira a gente ou não. A vida se resolve sozinha, queira a gente ou não. A gente vive a vida, queira a gente ou não.

Desconfortos conhecidos… são tão cômodos, sapatos velhos, confortáveis.

Para mim mascaram coisas… quero… não quero…

Quem eu quero, do jeito que quero…

Quem parte, quem fica…

Mas eu prefiro os confortos desconhecidos… ao final da estrada, que percorri… ao final dos sentimentos, que senti… ao final da vida, que vivi e vivo…

Ah… são coisas da vida… e eu gosto dela.

Vida, venha à mim, que eu estou indo até aí.

Movimentos, fluxos, idas, vindas, sincronicidades, singularidades, complexidades, amores, sentimentos, paixões, dias e noites… vida, enfim.

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…as coisas da vida…

In E..., Músicas on 11 de novembro de 2010 at 1:51

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São coisas da vida… da minha vida…

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O sonho e o não-sonho

In E... on 23 de fevereiro de 2010 at 21:45

Summer dream…, upload feito originalmente por pantherinia_hd.

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O sonho e o não-sonho ?

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É possível ?…

É possível sonhar realidade ?

É possível construir sonhos em uma realidade ?

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É possível deixar para a trás a sensação de que sonhar demais é inútil ?

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É possível a realidade vir dos sonhos ?

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Acho que isso que é a morte: não-sonhar.

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E assim a vida vai

In E... on 7 de agosto de 2009 at 0:24

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E assim a vida vai, se mesclando com outras e seguindo rumo diverso de outras.

Quase parecendo ser sem rumo, com todas direções marcadas.

Todos tem agenda: o que difere um de outros é sua abrangência, sua distância de observação.

E no entanto, mesmo para alguns seres que tem uma enorme abrangência, o pequeno e profundo drama dos humanos comove.

Talvez seja este o segredo do sagrado: o grande respeitar profundamente o pequeno.

Um segredo que alguns jamais conseguirão entender.

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