Maria Thereza do Amaral

Posts Tagged ‘sombras’

E…

In E... on 5 de maio de 2012 at 3:13

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Se perder em palavras.

Se perder em intenções.

E se perdendo, intento escrever sobre tristezas e alegrias.

Escrever sobre indignações, perdas e descobertas.

Pensar escritos sobre vidas, clarões e sombras.

Palavras, luzes e sombras.

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E a…

In E... on 5 de maio de 2012 at 3:13

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Se perder em palavras.

Se perder em intenções.

E se perdendo, intento escrever sobre tristezas e alegrias.

Escrever sobre indignações, perdas e descobertas.

Pensar escritos sobre vidas, clarões e sombras.

Palavras, luzes e sombras.

Às vezes encontro às luzes escrevendo sobre as sombras,

Às vezes as sombras são só sombras, densas nuvens sobre meu mundo.

Às vezes despencam chuvas e as densas nuvens se vão,

E vejo minha poesia leva-las longes, para outras planícies.

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E a poesia…

In E... on 5 de maio de 2012 at 3:12

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Se perder em palavras.

Se perder em intenções.

E se perdendo, intento escrever sobre tristezas e alegrias.

Escrever sobre indignações, perdas e descobertas.

Pensar escritos sobre vidas, clarões e sombras.

Palavras, luzes e sombras.

Às vezes encontro às luzes escrevendo sobre as sombras,

Às vezes as sombras são só sombras, densas nuvens sobre meu mundo.

Às vezes despencam chuvas e as densas nuvens se vão,

E vejo minha poesia leva-las longes, para outras planícies.

Às vezes eu quero me encontrar nas intenções, não me perder.

Às vezes eu quero ser mais que mera espectadora.

E tudo vira poesia, poemas e canções.

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Me vi…

In E... on 2 de fevereiro de 2011 at 2:27

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“Me vi, reflexos e personas se juntando em uma só, no que sou agora. Não mais personas, reflexos espelhados ou o que quer que eu fosse. Agora eu sou eu.”

Mas minhas personas… o que serão? Para onde vão? Parte do que serão? Ou foram?

Os espelhos… refletiam o que?

Os reflexos.. de onde vieram? Para onde foram?

Eram reflexos, de reflexos, de reflexos… que se juntavam e me ajudavam a viver, a ser, a sentir…

Personas, vidas, várias vidas… como deixa-las ir? São parte de mim. O que fui, o que construí, o que aprendi e coloquei em prática.

Somos, em nós mesmos, grandes comunidades de prática, comunidades de personas tricotando sabedorias.

Eu quero aprender a agradecê-los por tudo que fazem e fizeram e seguir, flutuar, voar e mergulhar no grande e profundo mar azul.

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Claro e escuro

In E..., Fotos on 27 de dezembro de 2010 at 4:32

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Luzes e sombras dançam um balé estranhamente conhecido

In E... on 27 de dezembro de 2010 at 4:21

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“Luzes e sombras dançam um balé estranhamente conhecido. Sombras precisam se ver, luzes precisam de introspecção. Juntas, formam a realidade.”

Luzes.

Sombras.

Um balé estranho, conhecido, ininterrupto. Até agora.

Mas sombras precisam se ver…

Luzes precisam de introspecção…

E juntas dançam, tecendo uma sobra iluminada, luzes sombreadas, que tecem a realidade.

Juntas se encontram, juntas se justificam, juntas se realizam.

Dentro do absoluto só há o absoluto, dentro do relativo há vida.

E há fluxo, há correnteza, há movimento, o tecer da realidade não para, não se estagna.

Estagnação só há no não-movimento real das sombras. Movimentos que não saem do lugar e se perdem.

Mas…

Luzes.

Sombras.

E uma imensa, harmônica, drum-it, pulsação de luz. Pulsares.

Bem vindos.

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As sombras das árvores

In E... on 24 de outubro de 2009 at 15:12

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As sombras das árvores,

as luzes das lâmpadas,

o silencio infinito.

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Um rádio no meio do nada,

se nada fosse alguma coisa,

um rádio no canto da sala,

tocando …

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Transformação.

Transmutação.

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Será que sei quem sou ?

Será que sou quem sei ?

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A unidade do complexo.

A complexidade da unidade.

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Sou o todo ou o um ?

Sou uma do todo sem jamais ser só mais uma.

Não sou estática.

Sou um sistema complexo que passeia no espaço do tempo.

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