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Se perder em palavras.
Se perder em intenções.
E se perdendo, intento escrever sobre tristezas e alegrias.
Escrever sobre indignações, perdas e descobertas.
Pensar escritos sobre vidas, clarões e sombras.
Palavras, luzes e sombras.
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Se perder em palavras.
Se perder em intenções.
E se perdendo, intento escrever sobre tristezas e alegrias.
Escrever sobre indignações, perdas e descobertas.
Pensar escritos sobre vidas, clarões e sombras.
Palavras, luzes e sombras.
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Se perder em palavras.
Se perder em intenções.
E se perdendo, intento escrever sobre tristezas e alegrias.
Escrever sobre indignações, perdas e descobertas.
Pensar escritos sobre vidas, clarões e sombras.
Palavras, luzes e sombras.
Às vezes encontro às luzes escrevendo sobre as sombras,
Às vezes as sombras são só sombras, densas nuvens sobre meu mundo.
Às vezes despencam chuvas e as densas nuvens se vão,
E vejo minha poesia leva-las longes, para outras planícies.
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Se perder em palavras.
Se perder em intenções.
E se perdendo, intento escrever sobre tristezas e alegrias.
Escrever sobre indignações, perdas e descobertas.
Pensar escritos sobre vidas, clarões e sombras.
Palavras, luzes e sombras.
Às vezes encontro às luzes escrevendo sobre as sombras,
Às vezes as sombras são só sombras, densas nuvens sobre meu mundo.
Às vezes despencam chuvas e as densas nuvens se vão,
E vejo minha poesia leva-las longes, para outras planícies.
Às vezes eu quero me encontrar nas intenções, não me perder.
Às vezes eu quero ser mais que mera espectadora.
E tudo vira poesia, poemas e canções.
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“Me vi, reflexos e personas se juntando em uma só, no que sou agora. Não mais personas, reflexos espelhados ou o que quer que eu fosse. Agora eu sou eu.”
Mas minhas personas… o que serão? Para onde vão? Parte do que serão? Ou foram?
Os espelhos… refletiam o que?
Os reflexos.. de onde vieram? Para onde forão?
Eram reflexos, de reflexos, de reflexos… que se juntavam e me ajudavam a viver, a ser, a sentir…
Personas, vidas, várias vidas… como deixa-las ir? São parte de mim. O que fui, o que construí, o que aprendi e coloquei em prática.
Somos, em nós mesmos, grandes comunidades de prática, comunidades de personas tricotando sabedorias.
Eu quero aprender a agradecê-los por tudo que fazem e fizeram e seguir, flutuar, voar e mergulhar no grande e profundo mar azul.
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“Luzes e sombras dançam um balé estranhamente conhecido. Sombras precisam se ver, luzes precisam de introspecção. Juntas, formam a realidade.”
Luzes.
Sombras.
Um balé estranho, conhecido, ininterrupto. Até agora.
Mas sombras precisam se ver…
Luzes precisam de introspecção…
E juntas dançam, tecendo uma sobra iluminada, luzes sombreadas, que tecem a realidade.
Juntas se encontram, juntas se justificam, juntas se realizam.
Dentro do absoluto só há o absoluto, dentro do relativo há vida.
E há fluxo, há correnteza, há movimento, o tecer da realidade não para, não se estagna.
Estagnação só há no não-movimento real das sombras. Movimentos que não saem do lugar e se perdem.
Mas…
Luzes.
Sombras.
E uma imensa, harmônica, drum-it, pulsação de luz. Pulsares.
Bem vindos.
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As sombras das árvores,
as luzes das lâmpadas,
o silencio infinito.
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Um rádio no meio do nada,
se nada fosse alguma coisa,
um rádio no canto da sala,
tocando …
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Transformação.
Transmutação.
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Será que sei quem sou ?
Será que sou quem sei ?
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A unidade do complexo.
A complexidade da unidade.
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Sou o todo ou o um ?
Sou uma do todo sem jamais ser só mais uma.
Não sou estática.
Sou um sistema complexo que passeia no espaço do tempo.
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