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Redes de luzes…, pessoas…
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Redes de luzes…, pessoas…
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join the dots…, upload feito originalmente por David O’D.
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Saudades de alguém que não tenho.
Saudades de algo que não conheço.
Saudades de alguém que não fui.
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O que seria ‘saudades’?
Melancolia? Solidão? Procura? Carência?
Lembranças perdidas de alguém que fui e não me lembro?
Passado? Futuro?
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Saudades de algo como “pessoas inteiras que se completam”?
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Caminhos que se completam entre pessoas que conseguiriam perfeitamente viver sem o outro, mas não querem, porque junto é mais divertido?
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Porque um ser humano só pode até ser o bastante, mas seres humanos juntos são algo exponencial?
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Inclusive por que “suppose I said… you are my saving grace”?
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Muito bom o evento TEDx Vila Madá.
Completamente diferente do TEDxSP, mas ao mesmo tempo com semelhanças extremamente interessantes.
O foco em pessoas é essencial.
O foco em redes entre e de pessoas é essencial.
O resto é consequencia.
E os dois eventos foram feitos por grupos de pessoas que entenderam isso.
Bom.
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E um vídeo do TED do Jaime Lerner, que foi passado ontem durante o TEDx Vila Madá que tem tudo a ver com os dois: http://www.ted.com/talks/lang/eng/jaime_lerner_sings_of_the_city.html
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Muitas vezes gostamos demais de alguém.
Ou de vários ‘alguéms’.
E os mais vários tipos de amor, não necessariamente “amor romântico”.
Mas … o quanto conhecemos, realmente, desta pessoa?
O quanto nos permitimos, realmente, conhecê-la?
O quanto “achamos” que conhecemos ?
A verdade é que na maioria das vezes não damos espaço para que a percepção real do que esta pessoa “é” nos atinja.
Medo, auto-proteção, idealizações as mais variadas, etc, etc, etc, etc…
Não é que a desconheçamos totalmente, mas não a conhecemos nem … 1/5 ? 1/6 ? 1/20 ?
Estamos tão acostumados com “personas” que nos esquecemos das “pessoas”.
Conhecemos só o que queremos e depois reclamamos de termos sido “surpreendidos” por tal e tal coisa… e reclamamos que o outro “não nos entende”.
Não nos mostramos, não vamos atrás do que o outro é, nos acomodamos no que já sabemos.
A pior amiga de um relacionamento é a idealização.
Nós podemos ter um ideal para nós, mas deveríamos conhecer o real de cada um.
Quem gosta, gosta por inteiro, não por partes.
Quem gosta, gosta do que vê, não do que gostaria que o outro fosse.
Vire do lado e olhe a pessoa a seu lado: você realmente sabe quando ela fica triste? Você realmente sabe o que a deixaria absurdamente feliz? Você realmente sabe, quando ela age de maneira que você não gosta, o real motivo de sua ação? O que está além da raiva que ela lhe despertou? Você CONHECE a pessoa que está do seu lado?
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Articulação ‘comunidades, empresas e pessoas’ ?
Bom…
Sem esta articulação, comunicação e sustentabilidade não existem.
Sem esta articulação, a Terra morre sem nem passar pela UTI.
Aí entra a importância da comunicação, que tanto quanto a sustentabilidade, tem que se dar no micro, no macro, ao olho nu.