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Seguia a lua, pisando com cuidado no caminho pálido.
Seus pensamentos iam e vinham, etéreos, como nuvens tecidas e urdidas com fios infinitos.
No caminho, tocava as plantas prateadas, luminosas, e conversava com seus reclusos elementais.
E se afastou de sua vida e entrou em uma espiral de luzes pálidas, seguindo as cores de sua alma.
Sua alma dançava, cantava e você ouvia.
E sorria junto com ela, se divertindo enquanto andava.
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