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Num tear infinitamente velho, alguém infinitamente moço tece algo infinitamente fino.
E porque o infinito é formado de infinitas partes, reunidas por algo harmoniosamente dotado de uma paciência infinita, é possível que algo assim se faça.
Mas o importante é que este tecido, fino, infinito, eterno e esvoaçante, de uma sutileza que só o infinito dá conta, veste mundos e universos.
Mas principalmente veste seres que, perfeitos na sua imperfeição, desafiam o infinito, os céus e os universos, amando de um jeito que os eleva ao atemporal infinito.
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[feito para uma amiga].
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